quarta-feira, 29 de abril de 2009

contraponto da beleza

Quanta dor serei forçado, imcessantemente, a sofrer nestes dias simplorios em que prendem injustamente em condições indignas e crueis como a vida diz ser comum, comum a quem, não a mim, não aguento mais, minha dor tem de cessar, tudo isso que se passa tem de ir em bora de alguma forma. No momento em que olhaei a flor mais belo do jardim de Paliotir, vi a mais bela criatura, o mais belo ser criado jntamente com os vegetais e criaturas que se alimentam da terra. Porem asssim que me viu seu erfume se tornou lugubre, com uma nota de terror no ar, e meu coração palpitou como um panico profundo e devasso. Eu posso até merecer tais crueis punições, mas não me pessa para suportar, nunca serei forte o bastante para isso.

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Um viajante do passado, desembarcando num tempo infame; um forasteiro sofrendo com um mundo supostamente inoscente; um demonio correndo atrás, sem sucesso, dos prazeres humanos.