Uma vez deparei-me com uma rosa. Suas petalas eram brancas, e seu nome era lua.
Seu perfume cheirava a atração, a ternura e o terreno ao seu redor era fertil ao amor.
Logo esta flor, uma ninfa, torno-se, não sei como, uma dríade. Seu corpo de mulher, com cheiro de flores, pele de babosa, fazia a fotosintese do amor que eu irradiava, e fazia dos meus sentimentos por ela seu alimeto, sua motivação, seu tudo e um pouco mais.
Seria otimo não seria, imaginamos que os seres magicos nos amariam mais dos que os humanos. De fato é simplesmente impossivel encontrar esse amor em humanos, somos muito egoístas.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
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Quem sou eu
- W. Greycat Kraiham
- Um viajante do passado, desembarcando num tempo infame; um forasteiro sofrendo com um mundo supostamente inoscente; um demonio correndo atrás, sem sucesso, dos prazeres humanos.
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