domingo, 28 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Poema
Eu gosto muito de poemas, poesias, essas coisas.
O que eu vou escrever agora não é meu, é de um cara chamdo Akma et Akta!
Estou escrevendo isto, precisamente por me identificar fielmente ao pranto:
Monstro
Monstro naces,
monstro vives.
Quem é o monstro?
Ser feliz?
o monstro nunca aprendeu a ser feliz.
Amor?
o monstro não sabe o que significa.
Que mundo te criou,o mundo que te rejeita,filho bastardo,desta sociedade humana.
Aonde te encontras,quando te perdes em ti mesmo,aprende, a não esperar dos outros,aquilo que não sabes encontrar dentro de ti.
Quem é cruel?
O monstro?
O monstro questiona-se,“como posso eu ser assim?”
Não sei como sou,nem quem éa pessoa que cabe em mim,
odeio-me,
detesto-me,
acabo sem nunca saber amar,
lamento,
ignoro,
amanhã vai ser melhor,
mas o ontem nunca foi melhor.
O que eu vou escrever agora não é meu, é de um cara chamdo Akma et Akta!
Estou escrevendo isto, precisamente por me identificar fielmente ao pranto:
Monstro
Monstro naces,
monstro vives.
Quem é o monstro?
Ser feliz?
o monstro nunca aprendeu a ser feliz.
Amor?
o monstro não sabe o que significa.
Que mundo te criou,o mundo que te rejeita,filho bastardo,desta sociedade humana.
Aonde te encontras,quando te perdes em ti mesmo,aprende, a não esperar dos outros,aquilo que não sabes encontrar dentro de ti.
Quem é cruel?
O monstro?
O monstro questiona-se,“como posso eu ser assim?”
Não sei como sou,nem quem éa pessoa que cabe em mim,
odeio-me,
detesto-me,
acabo sem nunca saber amar,
lamento,
ignoro,
amanhã vai ser melhor,
mas o ontem nunca foi melhor.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Young Witch
A Escola de Yung Witch é a unica escola no vilarejo em que eu moro,lá se aprendem os niveis basicos de impor sua vontade a objetos e elementos, entre formas de conjurar sertos feitiços ou maldições, e no ultimo ano ( são três, começa-se aos 14 e termina-se aos 17 anos ) aprendemos algumas coisas de transmutação, aparatação (coisa que apenas os extremamente dedicados aprendem), e poção. Não é nada como Hogwarts, ou uma dessas escolas famosas, construidas em castelos imensos, mas isso é lá para o lado da Grã-Bretanha, eu moro na Grecia, e já estou no ultimo ano e meu nome é Primus Kzurin. No entanto eu não estou aqui para ensinar nada, nem fazer algum tipo de promoção ao meu vilarejo, já que um dos motivos de ela ser tão bela, e exatamente o fato de não haver visitantes, e sua polpulação ser pequena e pacata. Portanto não direi seu nome. Na verdade estou aqui para contar uma coisa que aconteceu comigo, bem acredito que possa ser chamado de história de amor para alguns, bem não vou contar meus sentimentos agora pois não quero ser chamado de exagerado. Comecemos pelo inicio.
Quando eu estava no segundo ano, eu já estava habituado a vida escolar, tinha amigos, tinha varios daqueles amores furtivos e potencialmente apaixonados, que não duro nem o tempo da pessoa conhecer os defeitos de toda familia um do outro, "apenas as coisas boas" era o nosso lema. Sempre nos encontravamos no Lago de Ar, que tinha esse nome pois no houve um tempo em o lago era uma corredeira, muito forte, e alem do barulho intenso que se podia houveir de longe já havia causando varios acidentes, querendo dar um basta nisso, os governates decidiram torna-la um lago, calmo e cristalino, e se tornou uma imagem bem interessante aquela cachoeira desagunado em um lago tão cereno, por isso Lago de Ar, porque a agua age como se fosse ar pesado.
Quando eu estava no segundo ano, novas pessoas entraram no primeiro, várias meninas que eram ainda mais bonitas do que o ano em que eu estava, era otimo ser apenas um ano mais velho do que elas. Porem, de muitas delas que eu conversava, havia uma que eu não... não... eu não sei bem o que, eu não conseguia ser o que eu era com todos, minha habilidade natural de me enturmar sumia completamente perto dela, então, eu deixei para lá, não quiz mais tentar conversar, conhece-la, e ficar com cara de idiota. Mas foi quando a coisa piorou, eu quando ha via não conseguia olhar para mais nada, ficava olhando e escutando de longe - enquanto algum amigo meu fala - o que ela dizia, e sem nem mesmo querer eu a conhecia cada vez mais, a admirava cada vez mais, e me interessava cada vez mais por seu olhos azuis, nem claros nem escuros, sua pele extremamente branca, seus cabelos castanhos claros, com mechas de um amarelado brilhante, e principalmente por ingenuidade e feminilidade afloradas. E assim se seguiu o ano inteiro. Já naquela época eu não tinha certeza se isso era bom ou ruim, mas até final do segundo ano, meu interesse por ela ficava cada vez menos aparente em mim, já quase não mexia mais com meus sentimentos.
Isto foi até o fim do segundo ano.
Todo fim de ano havia uma festividade em comemeração ao fim de ano letivo, e nele havia o concurso Menina Bruxa dos Sonhos, onde as meninas do primeiro, do segundo e do terceiro ano, competiam para ser a garota que mais combina com um sonho perfeito de primavera.
Nem sequer parecia real, o momento em que ela entrou. Um vestido branco, que dava uma aparencia leve, mesmo estando rente ao corpo, que mesmo com um delinear decote, nunca pareceu tanto uma menina, mesmo com espartilho. E havia o rosa, cordões, babados, e um lenço na cintura com o mais belo tom de rosa. Porem naquela noite seu cabelo estava intensamente escuro, tão preto que chegava a reluzir, e nele havia uma tiara, e adereços que cobriam completamente sua unica trança, feitos prata, tanto que deixavam apenas uma mexa de cabelo na ponta.
A imagem dela andando, ali, era tão surreal para mim, nada do que eu fiz eu incaro uma escolha, porque apenas em sonhos as pessoas tem tanta coragem
- Seus cabelos..., eram loiros, não eram? - ver aquela pele branca, e aqules olhos azuis, não muito claros e nem muito escuros, contrastando com aquela nova cor de cabelo.
- Eu mudei a cor.
- Serio, não ensinam isso no primeiro ano, apenas o modo dos alquimistas custuma-se ser aprendido tão sedo.
- Meu pai é alquimista.
Depois de sua resposta eu fiz um gesto comum de admiração, e parei por um instante para admirar sua beleza.
- Nada, nem um nascer de sol, nem a face de Narcisio, nem as curvas da mais bela das deusas, nada, não é possivel que nada, seja mais belo que você!
Eu a deixei extremamente envergonhada. E mesmo assim tão encabulada ela retomou sua postura como uma verdadeira dama.
- Fico mais do que grata ao senhor, e feliz por saber que vai votar em mim.
- Votar em você?
Ela tomou uma expressão bem perplexa, não sabia se ria ou se procurava uma nova reação que combina-se com aquele momento.
- Do que está falando então ?
Meu coração disparou de uma forma tão cortante que acalmava pensar que uma hemorragia interna me tiraria daquela situação. Não era possivel que o que eu falei, nada fora aceito por ela, nada tinha cido entendido, que meus sentimentos eram uma coisa que ela era incapaz de assimilar. Até que enfim ela apontou na direção oposta a mim, e me virando dei de cara com a faixa do concurso Menina Bruxa dos Sonhos.
- Ahh. Que alivio. Não quero dizer... mil perdões, mil perdões eu... - retomei coragem, uma força que ainda quero saber de onde tirei - Eu não me refiria ao concurso, no momento em que você entrou eu apenas falei o que eu não era mais forte o bastante para conter dentro de mim.
E ela que agora estava com uma expressão assustada que me deixava abatido, ja ia saindo querendo fugir.
- Por Favor, Jásmanie não... - eu quase a toquei, eu me senti tão mal em pensar que quase, sem sua permissão, quase toquei a imagem mais pura que já me deparei.
- Eu tenho que ir, porfavor. - ela tentou mostrar firmeza, mas ela estava com medo de mim!
- Pelo amor dos deuses não, não tenha medo de mim, meu unico mal é encontrar, assim como os sabios encontra a natureza e a razão, encontrei uma mulher acima de todas as outras a mais perfeita aos meus olhos e quaisquer dos meu outros sentidos.
Só de pensar nesta palavra uma uma de lagrima por pouco não correu pelo meu rosto, mais, devido a sua reação, sua aversão ao meu sentimento, eu tinha que dize-la.
- Perdoe-me.
Quando eu estava no segundo ano, eu já estava habituado a vida escolar, tinha amigos, tinha varios daqueles amores furtivos e potencialmente apaixonados, que não duro nem o tempo da pessoa conhecer os defeitos de toda familia um do outro, "apenas as coisas boas" era o nosso lema. Sempre nos encontravamos no Lago de Ar, que tinha esse nome pois no houve um tempo em o lago era uma corredeira, muito forte, e alem do barulho intenso que se podia houveir de longe já havia causando varios acidentes, querendo dar um basta nisso, os governates decidiram torna-la um lago, calmo e cristalino, e se tornou uma imagem bem interessante aquela cachoeira desagunado em um lago tão cereno, por isso Lago de Ar, porque a agua age como se fosse ar pesado.
Quando eu estava no segundo ano, novas pessoas entraram no primeiro, várias meninas que eram ainda mais bonitas do que o ano em que eu estava, era otimo ser apenas um ano mais velho do que elas. Porem, de muitas delas que eu conversava, havia uma que eu não... não... eu não sei bem o que, eu não conseguia ser o que eu era com todos, minha habilidade natural de me enturmar sumia completamente perto dela, então, eu deixei para lá, não quiz mais tentar conversar, conhece-la, e ficar com cara de idiota. Mas foi quando a coisa piorou, eu quando ha via não conseguia olhar para mais nada, ficava olhando e escutando de longe - enquanto algum amigo meu fala - o que ela dizia, e sem nem mesmo querer eu a conhecia cada vez mais, a admirava cada vez mais, e me interessava cada vez mais por seu olhos azuis, nem claros nem escuros, sua pele extremamente branca, seus cabelos castanhos claros, com mechas de um amarelado brilhante, e principalmente por ingenuidade e feminilidade afloradas. E assim se seguiu o ano inteiro. Já naquela época eu não tinha certeza se isso era bom ou ruim, mas até final do segundo ano, meu interesse por ela ficava cada vez menos aparente em mim, já quase não mexia mais com meus sentimentos.
Isto foi até o fim do segundo ano.
Todo fim de ano havia uma festividade em comemeração ao fim de ano letivo, e nele havia o concurso Menina Bruxa dos Sonhos, onde as meninas do primeiro, do segundo e do terceiro ano, competiam para ser a garota que mais combina com um sonho perfeito de primavera.
Nem sequer parecia real, o momento em que ela entrou. Um vestido branco, que dava uma aparencia leve, mesmo estando rente ao corpo, que mesmo com um delinear decote, nunca pareceu tanto uma menina, mesmo com espartilho. E havia o rosa, cordões, babados, e um lenço na cintura com o mais belo tom de rosa. Porem naquela noite seu cabelo estava intensamente escuro, tão preto que chegava a reluzir, e nele havia uma tiara, e adereços que cobriam completamente sua unica trança, feitos prata, tanto que deixavam apenas uma mexa de cabelo na ponta.
A imagem dela andando, ali, era tão surreal para mim, nada do que eu fiz eu incaro uma escolha, porque apenas em sonhos as pessoas tem tanta coragem
- Seus cabelos..., eram loiros, não eram? - ver aquela pele branca, e aqules olhos azuis, não muito claros e nem muito escuros, contrastando com aquela nova cor de cabelo.
- Eu mudei a cor.
- Serio, não ensinam isso no primeiro ano, apenas o modo dos alquimistas custuma-se ser aprendido tão sedo.
- Meu pai é alquimista.
Depois de sua resposta eu fiz um gesto comum de admiração, e parei por um instante para admirar sua beleza.
- Nada, nem um nascer de sol, nem a face de Narcisio, nem as curvas da mais bela das deusas, nada, não é possivel que nada, seja mais belo que você!
Eu a deixei extremamente envergonhada. E mesmo assim tão encabulada ela retomou sua postura como uma verdadeira dama.
- Fico mais do que grata ao senhor, e feliz por saber que vai votar em mim.
- Votar em você?
Ela tomou uma expressão bem perplexa, não sabia se ria ou se procurava uma nova reação que combina-se com aquele momento.
- Do que está falando então ?
Meu coração disparou de uma forma tão cortante que acalmava pensar que uma hemorragia interna me tiraria daquela situação. Não era possivel que o que eu falei, nada fora aceito por ela, nada tinha cido entendido, que meus sentimentos eram uma coisa que ela era incapaz de assimilar. Até que enfim ela apontou na direção oposta a mim, e me virando dei de cara com a faixa do concurso Menina Bruxa dos Sonhos.
- Ahh. Que alivio. Não quero dizer... mil perdões, mil perdões eu... - retomei coragem, uma força que ainda quero saber de onde tirei - Eu não me refiria ao concurso, no momento em que você entrou eu apenas falei o que eu não era mais forte o bastante para conter dentro de mim.
E ela que agora estava com uma expressão assustada que me deixava abatido, ja ia saindo querendo fugir.
- Por Favor, Jásmanie não... - eu quase a toquei, eu me senti tão mal em pensar que quase, sem sua permissão, quase toquei a imagem mais pura que já me deparei.
- Eu tenho que ir, porfavor. - ela tentou mostrar firmeza, mas ela estava com medo de mim!
- Pelo amor dos deuses não, não tenha medo de mim, meu unico mal é encontrar, assim como os sabios encontra a natureza e a razão, encontrei uma mulher acima de todas as outras a mais perfeita aos meus olhos e quaisquer dos meu outros sentidos.
Só de pensar nesta palavra uma uma de lagrima por pouco não correu pelo meu rosto, mais, devido a sua reação, sua aversão ao meu sentimento, eu tinha que dize-la.
- Perdoe-me.
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Quem sou eu
- W. Greycat Kraiham
- Um viajante do passado, desembarcando num tempo infame; um forasteiro sofrendo com um mundo supostamente inoscente; um demonio correndo atrás, sem sucesso, dos prazeres humanos.