sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Um dia, dia não noite na verdade, eu estava dormindo, mas estava ciente de tudo que acontecia em meus sonhos, deixe-me explicar:

Um mundo parecido com o qual eu vivia na vida real, era o interior da minha mente. Andava por vários lugares e ruas, reconhecendo cada uma delas, lugares em que passava, quase diariamente. Ate que passei por uma rua a uma esquina de distancia da minha casa vi uma coisa, não sei se era um tipo de criatura, ou que ela acabara de engolir, digerir e regurgitar. Resumindo era uma pasta de carne, aparentemente, humana, jogada sobre um poste de luz bem pequeno. Alguém estava na minha mente, eu cometi o erro de querer derrotá-lo. Procurei uma falha na sua armadura, ou algum modo de entrar. Encontrei um olho, um único, castanhos, sem pálpebras, lacrimejando. Procurei um ser, e encontrei medo, pânico, um sentimento devastador que me penetrou, invadindo do peito até a nuca, fazendo um pânico puro fluir em mim, enrijecendo todo meu corpo, e me arranco para fora da minha própria mente. Acordei, ainda estava na minha cama, mas agora tinha certeza de que nunca tive tanto medo em toda minha vida.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A noite cai

Saio da minha tunba de olho no luar

A noite será, isso eu decreto,

A mais doce que possa imaginar

Seres da noite nos encontramos.

Somos vampiros, nos divertimos.

Mulheres da noite são nossos estímulos

E delas jamais desistimos

A diversão de não morrer e viver eterno

É minha, é nossa, não sua.

Pode abusar do meu toque terno

Pois quando estiver nua

Ti tirarei do meu luxuriante e delicioso inferno

E você vai suplicar diante de mim e da lua

Para ser como eu, eterno.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Yong Witch

A Escola de Yung Witch é a unica escola no vilarejo em que eu moro,lá se aprendem os niveis basicos de impor sua vontade a objetos e elementos, entre formas de conjurar sertos feitiços ou maldições, e no ultimo ano ( são três, começa-se aos 14 e termina-se aos 17 anos ) aprendemos algumas coisas de transmutação, aparatação (coisa que apenas os extremamente dedicados aprendem), e poção. Não é nada como Hogwarts, ou uma dessas escolas famosas, construidas em castelos imensos, mas isso é lá para o lado da Grã-Bretanha, eu moro na Grecia, e já estou no ultimo ano e meu nome é Primus Kzurin. No entanto eu não estou aqui para ensinar nada, nem fazer algum tipo de promoção ao meu vilarejo, já que um dos motivos de ela ser tão bela, e exatamente o fato de não haver visitantes, e sua polpulação ser pequena e pacata. Portanto não direi seu nome. Na verdade estou aqui para contar uma coisa que aconteceu comigo, bem acredito que possa ser chamado de história de amor para alguns, bem não vou contar meus sentimentos agora pois não quero ser chamado de exagerado.
Comecemos pelo inicio.
Quando eu estava no segundo ano, eu já estava habituado a vida escolar, tinha amigos, tinha varios daqueles amores furtivos e potencialmente apaixonados, que não duro nem o tempo da pessoa conhecer os defeitos de toda familia um do outro, "apenas as coisas boas" era o nosso lema.
Sempre nos encontravamos no Lago de Ar, que tinha esse nome pois no houve um tempo em o lago era uma corredeira, muito forte, e alem do barulho intenso que se podia houveir de longe já havia causando varios acidentes, querendo dar um basta nisso, os governates decidiram torna-la um lago, calmo e cristalino, e se tornou uma imagem bem interessante aquela cachoeira desagunado em um lago tão cereno, por isso Lago de Ar, porque a agua age como se fosse ar pesado.
Quando eu estava no segundo ano, novas pessoas entraram no primeiro, várias meninas que eram ainda mais bonitas do que o ano em que eu estava, era otimo ser apenas um ano mais velho do que elas. Porem, de muitas delas que eu conversava, havia uma que eu não... não... eu não sei bem o que, eu não conseguia ser o que eu era com todos, minha habilidade natural de me enturmar sumia completamente perto dela, então, eu deixei para lá, não quiz mais tentar conversar, conhece-la, e ficar com cara de idiota. Mas foi quando a coisa piorou, eu quando ha via não conseguia olhar para mais nada, ficava olhando e escutando de longe - enquanto algum amigo meu fala - o que ela dizia, e sem nem mesmo querer eu a conhecia cada vez mais, a admirava cada vez mais, e me interessava cada vez mais por seu olhos azuis, nem claros nem escuros, sua pele extremamente branca, seus cabelos castanhos claros, com mechas de um amarelado brilhante, e principalmente por ingenuidade e feminilidade afloradas.
E assim se seguiu o ano inteiro. Já naquela época eu não tinha certeza se isso era bom ou ruim, mas até final do segundo ano, meu interesse por ela ficava cada vez menos aparente em mim, já quase não mexia mais com meus sentimentos.Isto foi até o fim do segundo ano.Todo fim de ano havia uma festividade em comemeração ao fim de ano letivo, e nele havia o concurso Menina Bruxa dos Sonhos, onde as meninas do primeiro, do segundo e do terceiro ano, competiam para ser a garota que mais combina com um sonho perfeito de primavera.
Nem sequer parecia real, o momento em que ela entrou. Um vestido branco, que dava uma aparencia leve, mesmo estando rente ao corpo, que mesmo com um delinear decote, nunca pareceu tanto uma menina, mesmo com espartilho. E havia o rosa, cordões, babados, e um lenço na cintura com o mais belo tom de rosa. Porem naquela noite seu cabelo estava intensamente escuro, tão preto que chegava a reluzir, e nele havia uma tiara, e adereços que cobriam completamente sua unica trança, feitos prata, tanto que deixavam apenas uma mexa de cabelo na ponta. A imagem dela andando, ali, era tão surreal para mim, nada do que eu fiz eu incaro uma escolha, porque apenas em sonhos as pessoas tem tanta coragem
- Seus cabelos..., eram loiros, não eram? - ver aquela pele branca, e aqules olhos azuis, não muito claros e nem muito escuros, contrastando com aquela nova cor de cabelo.
- Eu mudei a cor.
- Serio, não ensinam isso no primeiro ano, apenas o modo dos alquimistas custuma-se ser aprendido tão sedo.- Meu pai é alquimista.
Depois de sua resposta eu fiz um gesto comum de admiração, e parei por um instante para admirar sua beleza.
- Nada, nem um nascer de sol, nem a face de Narcisio, nem as curvas da mais bela das deusas, nada, não é possivel que nada, seja mais belo que você!
Eu a deixei extremamente envergonhada. E mesmo assim tão encabulada ela retomou sua postura como uma verdadeira dama.
- Fico mais do que grata ao senhor, e feliz por saber que vai votar em mim.
- Votar em você?
Ela tomou uma expressão bem perplexa, não sabia se ria ou se procurava uma nova reação que combina-se com aquele momento.
- Do que está falando então ?
Meu coração disparou de uma forma tão cortante que acalmava pensar que uma hemorragia interna me tiraria daquela situação. Não era possivel que o que eu falei, nada fora aceito por ela, nada tinha cido entendido, que meus sentimentos eram uma coisa que ela era incapaz de assimilar.
Até que enfim ela apontou na direção oposta a mim, e me virando dei de cara com a faixa do concurso Menina Bruxa dos Sonhos.
- Ahh. Que alivio. Não quero dizer... mil perdões, mil perdões eu... - retomei coragem, uma força que ainda quero saber de onde tirei - Eu não me refiria ao concurso, no momento em que você entrou eu apenas falei o que eu não era mais forte o bastante para conter dentro de mim.
E ela que agora estava com uma expressão assustada que me deixava abatido, ja ia saindo querendo fugir
- Por Favor, Jásmanie não... - eu quase a toquei, eu me senti tão mal em pensar que quase, sem sua permissão, quase toquei a imagem mais pura que já me deparei.
- Eu tenho que ir, porfavor. - ela tentou mostrar firmeza, mas ela estava com medo de mim! - Pelo amor dos deuses não, não tenha medo de mim, meu unico mal é encontrar, assim como os sabios encontra a natureza e a razão, encontrei uma mulher acima de todas as outras a mais perfeita aos meus olhos e quaisquer dos meu outros sentidos.
Só de pensar nesta palavra uma lagrima por pouco não correu pelo meu rosto, mais, devido a sua reação, sua aversão ao meu sentimento, eu tinha que dize-la.
- Perdoe-me.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O UNIVERSO TENTANDO ENTENDER A SI MESMO Quantos bons programas perdemos nos canais alternativos de TV, porque nos acostumamos com a programação trivial dos mesmos canais que dominam a audiência, baseada na violência policial, em filmes de qualidade duvidosa, em fofocas ou novelas açucaradas e outros, que mostram as mais bizarras situações do comportamento humano para satisfazer os nossos mais primitivos desejos. Assistindo a um documentário especial sobre a origem e evolução do universo e da vida na terra, desses que passam nos canais com pouquíssima audiência, porque a grande maioria tem preguiça de programas informativos e científicos que estimulem o sujeito a pensar, abstrair, usando assim os milhões de neurônios que o Criador e a natureza tão beneficamente nos deu, e que, infelizmente muitos deixam enferrujar no cérebro, comecei a analisar os enigmas do cosmo e os fenômenos naturais. Fascinado com as informações, fiquei perplexo diante dos conceitos e idéias da física, da cosmologia e da biologia. Por que não vi tal assunto na escola? Se a admiração é a primeira virtude do filósofo, como afirmava o mestre Platão, por que não me ensinaram a pensar filosoficamente sobre os enigmas do mundo? Por que era tão difícil simplificar estes conceitos para que pudéssemos nos interessar mais sobre a origem das coisas e dos fenômenos do universo? Cheguei a conclusão que é por essa falta de estímulo, principalmente na fase mais fértil da nossa imaginação, quando nosso cérebro está eletrificado de perguntas e dúvidas na infância e adolescência , que nosso poder interrogativo fica limitado, que o nosso lado de cientista é reprimido e tornamos-nos alheios para com as questões cruciais, alienados do mundo natural por culpa da nossa educação, da nossa cultura fundamentada nas explicações prontas, da nossa própria ignorância e das falhas dos nossos sistemas de ensino. Mas, diante daquele documentário, tentei entender pelo menos alguns fragmentos sobre a formação e evolução do universo e da vida em nosso planeta. O narrador falava sobre o milagre da vida e sobre o desenvolvimento da inteligência que parece ser algo raro em todo o cosmo. Ele termina sua fala e o programa fazendo esta afirmação sobre os seres humanos: “Se somos feitos dos mesmos elementos da poeira das estrelas, não seríamos, de certo modo, o universo tentando entender a si mesmo”. Aquela afirmação causou o choque nos meus pensamentos, meus neurônios eletrificados começaram a pensar sobre a composição de tudo que existe, que tudo é feito de átomos, como intuiu admiravelmente o filósofo grego Demócrito centenas de anos antes de Cristo; átomos que se combinam e formam diferentes elementos, moléculas, substâncias, diferentes minerais, diferentes seres. Veio-me à mente algumas interrogações. Se tudo é feito dos mesmos elementos: a pedra, a água, os minerais, as estrelas e as células vegetais e animais, o que diferencia os seres animados dos seres inanimados? E o pensamento então é feito de quê? Não estaria eu, como parte do universo, tentando entender a mim mesmo?

Mandinho
Barra do Mendes/BA - Brasil, 42 anos
http://www.recantodasletras.uol.com.br/cronicas/491284

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Em Praga.


Em uma noite gelada de Praga, a unica coisa que se passa na minha mente é encontrar uma mulher de pescoço liso e branco, um pele relusente como a lua, porem quente como o inferno. Esta noite a unica coisa que eu quero é provar da mulher mais devassa de toda Praga, e deste sangue impuro beber da vida dela. Porem as noite eropéias nunca nos dão o que queremos, esta noite estou eu, aqui em um bordeu proximo à Václavske Námesti, onde encontrei uma das mulheres de beleza mais rara que já encontrei entre as européias. Afrodite era uma mulher de cablos negros como piche, olhos azuis como um fim de creousculo, e pele branca como a mais bela das fases da lua. Esta, a mulher dona dos unicos olhos que me olharam com ternura e igualdade enquanto todos os outros tentavam me devorar, merece mais do que um tumulo ainda mais frio que as noites de Praga e uma jugular deformada, esta mulher merece uma nova vida.
-O que trazes tão belo e ilustre cavalheiro as essa bandas
Fui mordido com 32 anos de idade na Gran Bretanha por um sr chamado Fiolero Partinio, isso fora em 1822, e já ia completar 107 anos, porem nunca fiquei tão imprecionado com o simples jeito de falar de uma mulher.
-Sou da Gran Bretanha, e vim a Praga em busca de amores, porem jamais imaginei que neste caminho encontraria meu desejo em meio de tão belos olhos azuis.
-Por a caso refere-se a mim meu senhor - disse ela encenando com a maior das dossuras femininas uma inocencia mais que exitante.
Pus sua mão em meu peito.
-Minha querida se encontrar outra mulher pela qual meu coração bata dessa manera, tera ainda mais sorte do que eu, por te encontrar.
-Ora senhor, tais palavras parecem-me ser bom demais para acreditar.
-Se ainda não acredita em meu coração, então veja-o transbordar todo seu sentimento em meus olhos - disse eu tirando sua mão de meu peito e depositando-as sobre meus labios onde oude, ternamente, beijá-los.

Ela sorriu, Ah! A doce brexa para qualquer aproximação. Beijei-lhe de forma que ela adorace cada segundo.
-Meu senhor! - ela se assustou imensamente com meu desparate, mesmo estando onde está, sabia que eu não procurava diversão para uma noite, até para mim era estranho não querer apenas uma noite, mas ela já sabia de antecipado, quanta paixão eu depositei naquele beijo, nem eu seria capaz de medir, mas me empenhei com o coração, coisa que não fazia a varias decadas.
- Este é só o começo! - disse-lhe, lhe estendendo a mão
E ela, ainda sem entender, me olhava com como se simplesmente não soubesse o que fazer. Era inacreditavel saber que ela estava ipnotizada por mim antes mesmo de eu o querer.
- Esta com medo de mim ?
- Morrendo... - ela se assustou com o que la mesma disse, arregalando seus olhos azuis e pondo a mão na boca - Me desculpe senhor eu... é claro que não o temo, eu...
- Não precisa ter medo, meu maior desejo neste momento é te agradar! - pela primeira vez, esse meu discurso é verdadeiro.
Assim que ela peguou minha mão eu apontei a saida para onde havia uma carruagem a minha espera.
Dentro da carruagem ela ainda estava enrigecida de medo, porem eu não podia deixar de reparar em seus seios não muito volumosos, que me despertavam ainda mais por sua mediana chamatividade, pois eram rijos e alvos, logo acima do espartilho, que por sua vez modelavam sua cintura como a nenhuma outra.
-Já disse-lhe, pareces uma tola com tanto medo de estar aqui.
- Não estou com medo de estar aqui, estou com medo do que estou sentindo!
- E o que stá sentindo ?
- Eu não sei. Nunca senti isso desde que o conheci meu senhor, e quando me beijou eu... - ela fechou os olhos apertando o peito sentidamente.
- Relaxe, por favor. Tenho certeza que se sentira melhor quando se entregar a esse sentimento.
Dizendo isso, a beijei novamente, com o mesmo impenho, porem com mais intensidade em sentimento, e ternura em atos. Segurando de leve o rosto, escorregando de leve a ponta dos dedos pelo pescoço até o colo, massageando todo deu peito a mostra.
- Ah! Bem ai, o motivo de toda minha adoração! - dizia eu, em uma intonação leve e grave, com o intuito de imprecionar - O sorriso mais belo de toda Praga, o qual nem minha querida Grã-Bretanha era capaz de me conceder. - enquanto ela se encabulava ainda mais eu proceguia - Como pude eu viver sem ter seu rosto para me guiar com este brilho, teu encato de menina... quantos anos tem?
- Vou fazer 18!
- E o que fazia naquele lugar?
Ela me mostrou novamente aquele olhar tristonho, que eu quase me arrependi da pergunta.
- Aquele lugar era do meu pai, quando ele foi asscinado meu tio o herdou e me pôs para trabalhar.
- Crápula. E quando foi isso ?
- Quando eu tinha 14 anos.
- Nossa! provavelmente em outras areas e não...
Ela abaixou o rosto, ainda mais amargurada, dava quase a impressão de estar sufocando.
- Canalha! Eu mato, juro que por você eu o mato.
- Não digas isso meu sinhor. -ela não o disse com exaltação, como se repudiace a ideia, ela disse calmamente, mais como se não acredita-se.
- confie em mim, nos o mataremos juntos, e você vai adorar!
- Não meu senhor! - agora sim, a ideis de ver o tio morrer sim a dava imensa repulsa.
- Já disse para confiar em mim, não disse. Ates só preciso torna-la uma assacina!
- Como!? Perdoe-me mas não permitirei isso. - todo medo que eu havia me empenhado para remover havia voltado em dobro.
- Não será como está pensando, será bem mais rapido, e a dor passa logo!
- Dor!!
Neste momento eu a segurei pela cintura, tentei suavemete trazé-la a mim, mas ela se soltou de mim.
-Eu não queria que fosse assim com voce.
- O que você é ?
- Não precisa disso tudo, pode ser bem mais fácil.
Ela puxou a corrente que estava em seu decote, e nela havia um crucifixo.
- Que belo cruxifixo! - eu disse tentando escoder meu pavor súbito.
Mas já era tarde demais, ela já notara sua reação e apontando o cruxifixo para seu suposto cavalheiro, saí o mais rapido possivel
- Faste-se de mim demonio!
- Eu te amo Afrodite, como pode duvidar disso ? - tentava não mostrar meu sofrimento áquela imagem.
- Você quer alimentar-se de mim, seu devorador de almas, filho do demonio!
Dizendo isso ela sai correndo. Mas não tem diferença o quanto ela pode correr, quando eu a aguarrei, e consegui tirar o crucifixo aí é que ela ficou realmete assustada.
- Por favor não lute, eu te ensinarei como viver assim.
-NÃO!!!
Ele a morde. E quanto menos sangue resta em seu corpo, menos ela se debate e arranha seu novo e eterno marido. E quando gotas do suco amaldiçoado com o toque mais demoniaco de toda terra escorrer por essa garganta, nada no passado fará diferença no futuro, na eternidade

quarta-feira, 29 de abril de 2009

contraponto da beleza

Quanta dor serei forçado, imcessantemente, a sofrer nestes dias simplorios em que prendem injustamente em condições indignas e crueis como a vida diz ser comum, comum a quem, não a mim, não aguento mais, minha dor tem de cessar, tudo isso que se passa tem de ir em bora de alguma forma. No momento em que olhaei a flor mais belo do jardim de Paliotir, vi a mais bela criatura, o mais belo ser criado jntamente com os vegetais e criaturas que se alimentam da terra. Porem asssim que me viu seu erfume se tornou lugubre, com uma nota de terror no ar, e meu coração palpitou como um panico profundo e devasso. Eu posso até merecer tais crueis punições, mas não me pessa para suportar, nunca serei forte o bastante para isso.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Amores de Conto de Fadas

Uma vez deparei-me com uma rosa. Suas petalas eram brancas, e seu nome era lua.
Seu perfume cheirava a atração, a ternura e o terreno ao seu redor era fertil ao amor.
Logo esta flor, uma ninfa, torno-se, não sei como, uma dríade. Seu corpo de mulher, com cheiro de flores, pele de babosa, fazia a fotosintese do amor que eu irradiava, e fazia dos meus sentimentos por ela seu alimeto, sua motivação, seu tudo e um pouco mais.
Seria otimo não seria, imaginamos que os seres magicos nos amariam mais dos que os humanos. De fato é simplesmente impossivel encontrar esse amor em humanos, somos muito egoístas.

domingo, 29 de março de 2009

Rei Peste I

Nossa faz bastante tempo que eu não posto nada, não é mesmo?
Bem, eu não trouxe nada de casa hoje, até já tenho uma ou duas anotações, mas o problema mesmo é lembrar.
hoje eu direi apenas para ler Wdgar Allan Poe, acabei de começar o livro contos de Terror, de Mistério e de Morte. Eu acabei de ler um breve conto em que ele descreve uma familia bastante peculiar. Em meio a uma cidade dominada pela peste, onde ninguém vive, até os ladrões que vão até lá roubar as casas abandonadas, deles apenas restam seus corpos retorcidos no chão. Em meio há toda essa zona de morte, reside esta familia do qual existe um lider que se alto denomina Rei Peste I, e dis que os menbros de sua familia compõe-se de duques, duquesas, arqueduques e arquiduquesas, os quais descançavam em uma sala funebre, com um esqueleto dependurado do teto, com fogo no cranio, provindo luz, um deles estava em um caixão, e uma menina aparentemente sofria de uma doença grave (do qual eu não me lembro do nome), porem estava bem, e todos estavam bebendo em cranios humanos.
Foi uma historia, digo conto, bem intereçante!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Desabafo


Sinto hoje o que poucos sentem. Sinto-me rejeitado por um mundo que promete me

abraçar. Enquanto todas as nações chorão juntas, amores com fins tristes, eu, singularmente,
choro por não ter amado.

"O jeito de falar de uma menina

O rosto angelical de uma mulher

Perfumes que simbolizam a atração"

Temo que tais sentidos meus sejam inutilizados.



Quem sou eu

Minha foto
Um viajante do passado, desembarcando num tempo infame; um forasteiro sofrendo com um mundo supostamente inoscente; um demonio correndo atrás, sem sucesso, dos prazeres humanos.