
Em uma noite gelada de Praga, a unica coisa que se passa na minha mente é encontrar uma mulher de pescoço liso e branco, um pele relusente como a lua, porem quente como o inferno. Esta noite a unica coisa que eu quero é provar da mulher mais devassa de toda Praga, e deste sangue impuro beber da vida dela. Porem as noite eropéias nunca nos dão o que queremos, esta noite estou eu, aqui em um bordeu proximo à Václavske Námesti, onde encontrei uma das mulheres de beleza mais rara que já encontrei entre as européias. Afrodite era uma mulher de cablos negros como piche, olhos azuis como um fim de creousculo, e pele branca como a mais bela das fases da lua. Esta, a mulher dona dos unicos olhos que me olharam com ternura e igualdade enquanto todos os outros tentavam me devorar, merece mais do que um tumulo ainda mais frio que as noites de Praga e uma jugular deformada, esta mulher merece uma nova vida.
-O que trazes tão belo e ilustre cavalheiro as essa bandas
Fui mordido com 32 anos de idade na Gran Bretanha por um sr chamado Fiolero Partinio, isso fora em 1822, e já ia completar 107 anos, porem nunca fiquei tão imprecionado com o simples jeito de falar de uma mulher.
-Sou da Gran Bretanha, e vim a Praga em busca de amores, porem jamais imaginei que neste caminho encontraria meu desejo em meio de tão belos olhos azuis.
-Por a caso refere-se a mim meu senhor - disse ela encenando com a maior das dossuras femininas uma inocencia mais que exitante.
Pus sua mão em meu peito.
-Minha querida se encontrar outra mulher pela qual meu coração bata dessa manera, tera ainda mais sorte do que eu, por te encontrar.
-Ora senhor, tais palavras parecem-me ser bom demais para acreditar.
-Se ainda não acredita em meu coração, então veja-o transbordar todo seu sentimento em meus olhos - disse eu tirando sua mão de meu peito e depositando-as sobre meus labios onde oude, ternamente, beijá-los.
Ela sorriu, Ah! A doce brexa para qualquer aproximação. Beijei-lhe de forma que ela adorace cada segundo.
-Meu senhor! - ela se assustou imensamente com meu desparate, mesmo estando onde está, sabia que eu não procurava diversão para uma noite, até para mim era estranho não querer apenas uma noite, mas ela já sabia de antecipado, quanta paixão eu depositei naquele beijo, nem eu seria capaz de medir, mas me empenhei com o coração, coisa que não fazia a varias decadas.
- Este é só o começo! - disse-lhe, lhe estendendo a mão
E ela, ainda sem entender, me olhava com como se simplesmente não soubesse o que fazer. Era inacreditavel saber que ela estava ipnotizada por mim antes mesmo de eu o querer.
- Esta com medo de mim ?
- Morrendo... - ela se assustou com o que la mesma disse, arregalando seus olhos azuis e pondo a mão na boca - Me desculpe senhor eu... é claro que não o temo, eu...
- Não precisa ter medo, meu maior desejo neste momento é te agradar! - pela primeira vez, esse meu discurso é verdadeiro.
Assim que ela peguou minha mão eu apontei a saida para onde havia uma carruagem a minha espera.
Dentro da carruagem ela ainda estava enrigecida de medo, porem eu não podia deixar de reparar em seus seios não muito volumosos, que me despertavam ainda mais por sua mediana chamatividade, pois eram rijos e alvos, logo acima do espartilho, que por sua vez modelavam sua cintura como a nenhuma outra.
-Já disse-lhe, pareces uma tola com tanto medo de estar aqui.
- Não estou com medo de estar aqui, estou com medo do que estou sentindo!
- E o que stá sentindo ?
- Eu não sei. Nunca senti isso desde que o conheci meu senhor, e quando me beijou eu... - ela fechou os olhos apertando o peito sentidamente.
- Relaxe, por favor. Tenho certeza que se sentira melhor quando se entregar a esse sentimento.
Dizendo isso, a beijei novamente, com o mesmo impenho, porem com mais intensidade em sentimento, e ternura em atos. Segurando de leve o rosto, escorregando de leve a ponta dos dedos pelo pescoço até o colo, massageando todo deu peito a mostra.
- Ah! Bem ai, o motivo de toda minha adoração! - dizia eu, em uma intonação leve e grave, com o intuito de imprecionar - O sorriso mais belo de toda Praga, o qual nem minha querida Grã-Bretanha era capaz de me conceder. - enquanto ela se encabulava ainda mais eu proceguia - Como pude eu viver sem ter seu rosto para me guiar com este brilho, teu encato de menina... quantos anos tem?
- Vou fazer 18!
- E o que fazia naquele lugar?
Ela me mostrou novamente aquele olhar tristonho, que eu quase me arrependi da pergunta.
- Aquele lugar era do meu pai, quando ele foi asscinado meu tio o herdou e me pôs para trabalhar.
- Crápula. E quando foi isso ?
- Quando eu tinha 14 anos.
- Nossa! provavelmente em outras areas e não...
Ela abaixou o rosto, ainda mais amargurada, dava quase a impressão de estar sufocando.
- Canalha! Eu mato, juro que por você eu o mato.
- Não digas isso meu sinhor. -ela não o disse com exaltação, como se repudiace a ideia, ela disse calmamente, mais como se não acredita-se.
- confie em mim, nos o mataremos juntos, e você vai adorar!
- Não meu senhor! - agora sim, a ideis de ver o tio morrer sim a dava imensa repulsa.
- Já disse para confiar em mim, não disse. Ates só preciso torna-la uma assacina!
- Como!? Perdoe-me mas não permitirei isso. - todo medo que eu havia me empenhado para remover havia voltado em dobro.
- Não será como está pensando, será bem mais rapido, e a dor passa logo!
- Dor!!
Neste momento eu a segurei pela cintura, tentei suavemete trazé-la a mim, mas ela se soltou de mim.
-Eu não queria que fosse assim com voce.
- O que você é ?
- Não precisa disso tudo, pode ser bem mais fácil.
Ela puxou a corrente que estava em seu decote, e nela havia um crucifixo.
- Que belo cruxifixo! - eu disse tentando escoder meu pavor súbito.
Mas já era tarde demais, ela já notara sua reação e apontando o cruxifixo para seu suposto cavalheiro, saí o mais rapido possivel
- Faste-se de mim demonio!
- Eu te amo Afrodite, como pode duvidar disso ? - tentava não mostrar meu sofrimento áquela imagem.
- Você quer alimentar-se de mim, seu devorador de almas, filho do demonio!
Dizendo isso ela sai correndo. Mas não tem diferença o quanto ela pode correr, quando eu a aguarrei, e consegui tirar o crucifixo aí é que ela ficou realmete assustada.
- Por favor não lute, eu te ensinarei como viver assim.
-NÃO!!!
Ele a morde. E quanto menos sangue resta em seu corpo, menos ela se debate e arranha seu novo e eterno marido. E quando gotas do suco amaldiçoado com o toque mais demoniaco de toda terra escorrer por essa garganta, nada no passado fará diferença no futuro, na eternidade