quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A noite cai

Saio da minha tunba de olho no luar

A noite será, isso eu decreto,

A mais doce que possa imaginar

Seres da noite nos encontramos.

Somos vampiros, nos divertimos.

Mulheres da noite são nossos estímulos

E delas jamais desistimos

A diversão de não morrer e viver eterno

É minha, é nossa, não sua.

Pode abusar do meu toque terno

Pois quando estiver nua

Ti tirarei do meu luxuriante e delicioso inferno

E você vai suplicar diante de mim e da lua

Para ser como eu, eterno.

Quem sou eu

Minha foto
Um viajante do passado, desembarcando num tempo infame; um forasteiro sofrendo com um mundo supostamente inoscente; um demonio correndo atrás, sem sucesso, dos prazeres humanos.