quarta-feira, 29 de abril de 2009
contraponto da beleza
Quanta dor serei forçado, imcessantemente, a sofrer nestes dias simplorios em que prendem injustamente em condições indignas e crueis como a vida diz ser comum, comum a quem, não a mim, não aguento mais, minha dor tem de cessar, tudo isso que se passa tem de ir em bora de alguma forma. No momento em que olhaei a flor mais belo do jardim de Paliotir, vi a mais bela criatura, o mais belo ser criado jntamente com os vegetais e criaturas que se alimentam da terra. Porem asssim que me viu seu erfume se tornou lugubre, com uma nota de terror no ar, e meu coração palpitou como um panico profundo e devasso. Eu posso até merecer tais crueis punições, mas não me pessa para suportar, nunca serei forte o bastante para isso.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Amores de Conto de Fadas
Uma vez deparei-me com uma rosa. Suas petalas eram brancas, e seu nome era lua.
Seu perfume cheirava a atração, a ternura e o terreno ao seu redor era fertil ao amor.
Logo esta flor, uma ninfa, torno-se, não sei como, uma dríade. Seu corpo de mulher, com cheiro de flores, pele de babosa, fazia a fotosintese do amor que eu irradiava, e fazia dos meus sentimentos por ela seu alimeto, sua motivação, seu tudo e um pouco mais.
Seria otimo não seria, imaginamos que os seres magicos nos amariam mais dos que os humanos. De fato é simplesmente impossivel encontrar esse amor em humanos, somos muito egoístas.
Seu perfume cheirava a atração, a ternura e o terreno ao seu redor era fertil ao amor.
Logo esta flor, uma ninfa, torno-se, não sei como, uma dríade. Seu corpo de mulher, com cheiro de flores, pele de babosa, fazia a fotosintese do amor que eu irradiava, e fazia dos meus sentimentos por ela seu alimeto, sua motivação, seu tudo e um pouco mais.
Seria otimo não seria, imaginamos que os seres magicos nos amariam mais dos que os humanos. De fato é simplesmente impossivel encontrar esse amor em humanos, somos muito egoístas.
Assinar:
Postagens (Atom)
Quem sou eu
- W. Greycat Kraiham
- Um viajante do passado, desembarcando num tempo infame; um forasteiro sofrendo com um mundo supostamente inoscente; um demonio correndo atrás, sem sucesso, dos prazeres humanos.